
Papa Leão XIV explica por que o canto e a música fazem parte da própria celebração e ajudam a comunidade a rezar em sintonia.Rebecca Borges, Show Católico | Vatican News
O Papa Leão XIV dedicou a catequese da Audiência Geral da última quarta-feira (19) à música sacra e ao seu papel nas celebrações litúrgicas. A reflexão faz parte do ciclo sobre a Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concílio Vaticano II.
Durante a catequese, o Pontífice ressaltou que a música não deve ser vista como simples elemento decorativo, mas como parte da própria ação litúrgica.
“Na liturgia, cantar e tocar significa rezar”, afirmou Leão XIV, destacando que a música ajuda a unir o coração dos fiéis entre si e com Deus.
O Papa também explicou que o canto possui uma dimensão comunitária. A união das vozes favorece a comunhão e contribui para a participação dos fiéis no mistério celebrado.
Música adequada à celebração
Leão XIV chamou atenção ainda para a escolha das músicas utilizadas nas celebrações. Segundo ele, os cantos devem ser adequados ao momento litúrgico, com qualidade musical e, quando destinados à assembleia, facilidade de execução.
Os textos também devem ser profundos e compreensíveis, inspirados principalmente na Sagrada Escritura, nos livros litúrgicos e na tradição espiritual da Igreja.
O Pontífice recordou ainda a importância do equilíbrio entre o canto e o silêncio sagrado, além do valor do canto gregoriano e de outros gêneros de música sacra.
Música e diferentes culturas
A catequese também abordou a relação entre música sacra e cultura. Leão XIV destacou que as tradições musicais dos diferentes povos podem contribuir para a vida litúrgica, respeitando as orientações da Igreja.
O Papa ressaltou ainda a missão dos compositores, chamados a preservar o patrimônio musical da Igreja e criar novas obras a serviço da liturgia.
Ao concluir, Leão XIV reforçou a importância da formação de músicos e cantores e recordou a música como expressão da comunhão da Igreja.
O Papa Leão XIV dedicou a catequese da Audiência Geral da última quarta-feira (19) à música sacra e ao seu papel nas celebrações litúrgicas. A reflexão faz parte do ciclo sobre a Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concílio Vaticano II.
Durante a catequese, o Pontífice ressaltou que a música não deve ser vista como simples elemento decorativo, mas como parte da própria ação litúrgica.
“Na liturgia, cantar e tocar significa rezar”, afirmou Leão XIV, destacando que a música ajuda a unir o coração dos fiéis entre si e com Deus.
O Papa também explicou que o canto possui uma dimensão comunitária. A união das vozes favorece a comunhão e contribui para a participação dos fiéis no mistério celebrado.
Música adequada à celebração
Leão XIV chamou atenção ainda para a escolha das músicas utilizadas nas celebrações. Segundo ele, os cantos devem ser adequados ao momento litúrgico, com qualidade musical e, quando destinados à assembleia, facilidade de execução.
Os textos também devem ser profundos e compreensíveis, inspirados principalmente na Sagrada Escritura, nos livros litúrgicos e na tradição espiritual da Igreja.
O Pontífice recordou ainda a importância do equilíbrio entre o canto e o silêncio sagrado, além do valor do canto gregoriano e de outros gêneros de música sacra.
Música e diferentes culturas
A catequese também abordou a relação entre música sacra e cultura. Leão XIV destacou que as tradições musicais dos diferentes povos podem contribuir para a vida litúrgica, respeitando as orientações da Igreja.
O Papa ressaltou ainda a missão dos compositores, chamados a preservar o patrimônio musical da Igreja e criar novas obras a serviço da liturgia.
Ao concluir, Leão XIV reforçou a importância da formação de músicos e cantores e recordou a música como expressão da comunhão da Igreja.