
Por que os jovens estão tão ansiosos e deprimidos?Fonte: Universo Paulinas* | Foto: Pexels
A adolescência e a juventude estão sendo vividas em um cenário de muita pressão. Ansiedade, depressão, insegurança e dificuldades de relacionamento aparecem com frequência entre os desafios dessa geração.
Em entrevista ao Universo Paulinas, o psiquiatra Augusto Cury chamou atenção para o impacto do ambiente digital e para a importância de fortalecer a autonomia emocional de crianças e jovens.
Segundo o especialista, muitos jovens passaram a concentrar boa parte de suas relações e atividades no ambiente virtual e enfrentam dificuldades para se expressar, lidar com críticas e enfrentar situações de frustração.
Entre os problemas citados estão ansiedade, depressão, medo da opinião dos outros, timidez, dificuldade de comunicação, transtornos obsessivos e alterações do sono.
FAMÍLIA TEM PAPEL IMPORTANTEPara Cury, uma das respostas começa dentro de casa. Em vez de uma postura de superproteção, ele defende que pais e responsáveis ajudem os filhos a enfrentar dificuldades e desenvolver autonomia.
O diálogo também é apontado como fundamental. A orientação é manter espaço para que os jovens possam falar sobre o que sentem, evitando transformar cada conversa em uma cobrança.
O psiquiatra recomenda ainda que as famílias reconheçam comportamentos positivos, valorizando atitudes como empatia, generosidade e responsabilidade.
BUSCA POR AJUDA CRESCEO levantamento apresentado pelo Universo Paulinas aponta que 51% dos jovens já procuraram ajuda profissional para cuidar da saúde mental ou consideram fazer isso.
Para Augusto Cury, o aumento dessa procura mostra uma mudança importante na forma como os jovens lidam com o tema. Ao mesmo tempo, ele defende que a prevenção precisa receber mais atenção.
A questão, portanto, não está apenas em tratar problemas depois que aparecem, mas também em criar ambientes de escuta, acolhimento e formação emocional.
Para famílias que percebem mudanças importantes no comportamento de crianças e adolescentes, a orientação é buscar apoio profissional adequado.
*Estudo do Instituto AtlasIntel e Relatório Técnico Adolescência e Suicídio: um problema de saúde pública, da Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz; Ame-se: Academia de Saúde Emocional - academiadesaudeemocional@gmail.com
A adolescência e a juventude estão sendo vividas em um cenário de muita pressão. Ansiedade, depressão, insegurança e dificuldades de relacionamento aparecem com frequência entre os desafios dessa geração.
Em entrevista ao Universo Paulinas, o psiquiatra Augusto Cury chamou atenção para o impacto do ambiente digital e para a importância de fortalecer a autonomia emocional de crianças e jovens.
Segundo o especialista, muitos jovens passaram a concentrar boa parte de suas relações e atividades no ambiente virtual e enfrentam dificuldades para se expressar, lidar com críticas e enfrentar situações de frustração.
Entre os problemas citados estão ansiedade, depressão, medo da opinião dos outros, timidez, dificuldade de comunicação, transtornos obsessivos e alterações do sono.
FAMÍLIA TEM PAPEL IMPORTANTE
Para Cury, uma das respostas começa dentro de casa. Em vez de uma postura de superproteção, ele defende que pais e responsáveis ajudem os filhos a enfrentar dificuldades e desenvolver autonomia.
O diálogo também é apontado como fundamental. A orientação é manter espaço para que os jovens possam falar sobre o que sentem, evitando transformar cada conversa em uma cobrança.
O psiquiatra recomenda ainda que as famílias reconheçam comportamentos positivos, valorizando atitudes como empatia, generosidade e responsabilidade.
BUSCA POR AJUDA CRESCE
O levantamento apresentado pelo Universo Paulinas aponta que 51% dos jovens já procuraram ajuda profissional para cuidar da saúde mental ou consideram fazer isso.
Para Augusto Cury, o aumento dessa procura mostra uma mudança importante na forma como os jovens lidam com o tema. Ao mesmo tempo, ele defende que a prevenção precisa receber mais atenção.
A questão, portanto, não está apenas em tratar problemas depois que aparecem, mas também em criar ambientes de escuta, acolhimento e formação emocional.
Para famílias que percebem mudanças importantes no comportamento de crianças e adolescentes, a orientação é buscar apoio profissional adequado.
*Estudo do Instituto AtlasIntel e Relatório Técnico Adolescência e Suicídio: um problema de saúde pública, da Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz; Ame-se: Academia de Saúde Emocional - academiadesaudeemocional@gmail.com