
Fachada Oeste da Basílica foi entregue no sábado (12), encerrando o projeto Jornada Bíblica.Rebecca Borges, Show Católico | Fonte: ACI Digital e Santuário Nacional de Aparecida
O Santuário Nacional de Aparecida concluiu, no último sábado (12), o projeto Jornada Bíblica, com a entrega da Fachada Oeste da Basílica de Nossa Senhora Aparecida.
A cerimônia marcou o encerramento do trabalho iniciado em 2019 para revestir as quatro fachadas do templo com mosaicos inspirados em passagens bíblicas.
A nova fachada apresenta cenas relacionadas ao Apocalipse, à segunda vinda de Cristo e ao juízo universal. Segundo o Santuário, as imagens representam a vitória de Deus sobre o mal.
UMA OBRA EM QUATRO ETAPASA Fachada Oeste encerra uma sequência de quatro projetos. A primeira foi entregue na parte norte da Basílica, em 2022, com cenas do Êxodo. Em 2024, a fachada sul recebeu imagens relacionadas à encarnação, morte e ressurreição de Cristo. Já em 2025, foi inaugurada a fachada leste, dedicada à criação narrada no livro do Gênesis.
Ao todo, são quase 4 mil metros quadrados de mosaicos, concebidos e executados por 39 artistas ligados ao Centro Aletti, instituição fundada em Roma pelo ex-jesuíta e artista Marko Ivan Rupnik.
A POLÊMICA ENVOLVENDO RUPNIKA conclusão da obra acontece em meio à controvérsia envolvendo o nome de Marko Rupnik, que é acusado de abusos espirituais, psicológicos e sexuais contra dezenas de mulheres religiosas.
Rupnik foi expulso da Companhia de Jesus em 2023 e atualmente enfrenta um processo canônico no Dicastério para a Doutrina da Fé. As acusações ainda são objeto de investigação e não equivalem, por si só, a uma condenação.
Com a entrega da quarta fachada, o projeto Jornada Bíblica chega ao fim e passa a integrar definitivamente o conjunto artístico do maior santuário mariano do Brasil.
A POLÊMICA ENVOLVENDO RUPNIK
A conclusão da obra acontece em meio à controvérsia envolvendo o nome de Marko Rupnik, que é acusado de abusos espirituais, psicológicos e sexuais contra dezenas de mulheres religiosas.
Rupnik foi expulso da Companhia de Jesus em 2023 e atualmente enfrenta um processo canônico no Dicastério para a Doutrina da Fé. As acusações ainda são objeto de investigação e não equivalem, por si só, a uma condenação.